Proibição de agrotóxico em algodão é negada

Ministério Público Federal tentou abolir, em todo o país, utilização do produto com a substância MSMA 

Filtros de cigarro com um destino sustentável

As bitucas de cigarro encontram-se entre os vilões do lixo. São encontrados em números gigantescos e apresentam grande risco ao serem descartados, pois sua composição de “acetato de celulose”, uma forma de plástico, perdura na natureza tanto quanto outros plásticos existentes. Além disso, representam perigo também para os animais que acabam os confundindo com alimentos.

Pensando nesse impacto ambiental foi criado um projeto que utiliza os filtros de cigarro encontrados em bares, restaurantes e ruas.

Essas bitucas passam por um processo de limpeza e tingimento e são misturadas a fibras de lã para o desenvolvimento de novos produtos como chapéus, luvas e jaquetas.

Mais ou menos 10% da composição dessas peças são os filtros de cigarros aproveitados, enquanto os outros 90% são fibras naturais.

Essa nova proposta mostra que mesmo os descartes mais incomuns podem ter um destino mais sustentável.

Fonte: greenupgrader.com

Embalagens sustentáveis e originais

A marca Sweet Tea Clothing Company utilize um método bastante interessante para armazenar e vender seus produtos. Ao invés de utilizar as sacolinhas plásticas ou caixas, suas camisetas são vendidas em embalagens de vidro.

A ideia de utilização de vidros geralmente é associada com alimentos, mas eles propõem  uma nova visualização disso, além de permitir que o consumidor possa reaproveitá-la como preferir. Os potes podem virar suporte de canetas, porta-trecos, e também para organizar seus acessórios de costura, como fitas e barbantes.

Além de uma embalagem sustentável e inovadora, as camisetas da Sweet Tea Clothing Company também realizam suas estampas 100% em algodão orgânico.

Fonte: greenupgrader.com

Brechós fazem sucesso na internet


Comprar e vender roupas usadas virou febre na internet. Nos últimos três anos, os brechós virtuais se multiplicaram. Eles começaram como blogs pequenos, abertos por quem achou um bom jeito de se desfazer de roupas usadas e ainda ganhar dinheiro com isso. De um ano para cá, o setor cresceu e se transformou em “negócio de gente grande”.

Uma das novidades da rede é o videdressing.com.br, com 3 mil produtos catalogados, à venda por um preço médio de R$ 120. O site funciona como um grande guarda-chuva, onde os interessados anunciam e negociam diretamente suas peças. A partir do segundo semestre, o site brasileiro começará a hospedar também vendedores franceses.

A organização da loja se responsabiliza pela negociação. O produto é enviado diretamente do vendedor para o comprador, mas é o site que recebe o dinheiro. “Seguramos o pagamento até dois dias antes de repassá-lo. Isso para que o consumidor possa verificar se recebeu o produto certo, nas condições e no tamanho combinados. Quando ele dá o ok para o site, repassamos o dinheiro para o vendedor”, explica a empresáriafrancesa Catherine Henry, de 52 anos, que trouxe o Videdressing para o Brasil. O site fica com 20% da compra. “Caso não esteja satisfeito, o consumidor devolve a mercadoria e recebe o dinheiro de volta.”

Na França, o site oferece 5 mil produtos e é recordista de vendas. “Não tenho hábito de comprar roupas usadas, mas anunciei um par de tênis Tommy Hilfiger que comprei para o meu filho João, de 8 anos. Era novo”, diz a editora de moda, Cecília Lima, de 34. “Vendi em uma semana. Agora coloco itens usados que estão praticamente novos.”

Outra tendência envolve os sites de marcas internacionais, montados por um grupo de amigas que acharam um jeito de reciclar o guarda-roupa cheio de marcas internacionais, comoChanel, Marc Jacobs, Fendi e Louis Vuitton.É o caso da advogada Flávia Eluf, de 42 anos, e das enteadas Daniela, de 26, e Gabriela Carvalho, de 20, que montaram o Peguei Bode.Trata-se de um brechó que recebe por semana cerca de 150 produtos e tem 20 mil acessos por dia. Lá, há itens como uma bolsa Dolce & Gabbana, de couro, por R$ 2 mil, e uma Chanel por R$ 7 mil.

Montado nos mesmos moldes, o lebeh.com.br divide em até dez vezes o pagamento e oferece serviço especial para internautas cadastrados. “Levamos uma arara com alguns dos modelos escolhidos para a cliente provar em casa”, diz Vivian Wroclawski, de 33 anos, que há seis meses abriu o site, ao lado da amiga de faculdade Tânia Kuaye, de 33.

O Lebeh abriga 500produtos. Há peças que só foram usadas uma vez – como o vestido de seda da grife Cris Barros, por R$ 399 –, além acessórios novos com etiqueta. “O brechó eletrônico é prático”, diz a figurinista Alice Martins, uma das pioneiras, há três anos com o blog Alice Usava, de peças vintage. “O site é como uma lista pronta do que tem por aí, mas o consumidor tem de saber selecionar.”

O Ecotece também criou uma plataforma virtual dentro do Facebook chamada “Quer Trocar?“, não é um brechó, mas sim um local onde as pessoas podem anunciar uma peça que não querem mais e receber ofertas para trocas.

DICAS PARA NÃO CAIR EM ROUBADAS:

O Procon SP tem uma cartilha com os cuidados que o consumidor deve tomar na hora de efetuar uma compra pela internet.

1. Cancelamento da compra:
Caso o fornecedor não cumpra a oferta (não entregue o produto, entregue
algo diferente do que foi pedido ou algo semelhante) e o consumidor
não conseguir acesso ao fornecedor, se tiver pago através de cartão de
crédito ou através de sites que fazem a intermediação do pagamento,
poderá solicitar diretamente à administradora do cartão o cancelamento
da compra e o estorno do valor pago

2. Identifique o fornecedor.
Procure a identificação do site e de todos os
demais fornecedores envolvidos em sua compra virtual (razão social,
CNPJ, endereço, telefone e outras formas de contato além do email).
Redobre seus cuidados quando o site exibir como forma de contato
apenas um telefone celular.

3. Verifique a segurança eletrônica.
Para contratar, efetuar compras ou transações bancárias pela Internet, usualmente é necessário o envio de dados pessoais, número de telefone, endereço para entrega, número do cartão, senha, etc. Para evitar que outras pessoas consigam acessar esses dados e os utilizem indevidamente, somente os forneça em sites:
• com endereço eletrônico iniciado pela sigla “https”;
• que exiba no seu navegador de acesso à internet um ícone em forma
de cadeado colorido e fechado. Ao clicar em cima do cadeado, deve
aparecer o certificado de segurança do site. É recomendável instalar o certificado de segurança e acessar o site da empresa que emite esse certificado.

4. Confira o endereço eletrônico
Antes de clicar em um link, passe o mouse em cima para verificar se o
endereço que aparece na barra inferior do navegador é o mesmo. Se
não for, o site é falso.

5. Comprovantes.
Guarde todos os documentos que demonstrem a compra e confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios, etc).

6. Entrega.
No Estado de São Paulo o fornecedor é obrigado a dar a opção ao
consumidor de escolher data e turno de entrega do produto adquirido.
(Lei 13.747/09)

Fonte: Textile Industry

Oficina de Furoshiki em Botucatu

Todo dia é dia de índio

“Nossos agradecimentos 
Por todos os mistérios da terra, do fogo, do ar, da água 
Nossos agradecimentos pelo coração da Mãe Terra que bate incessantemente mantendo toda a vida do planeta e mantendo todos os corações que batem 
Nossos agradecimentos pela respiração do planeta 
Nossos agradecimentos humildes por não compreendermos nada 
Nossos humildes agradecimentos a sabedoria, à maior sabedoria de sabermos que nada sabemos 
De saber profundamente que nada somos diante do mistério da vida, de todos os mistérios que comandam os rumos do planeta e todas as vidas 
Nossa gratidão por esta sabedoria, a sabedoria de nada saber. ”

Palavras de um Indio, em um dia de Lua Cheia, Setembro de 2007.

Comemorar o dia do índio pode ser mais que uma simbologia, mas um convite para nos conectarmos com a nossa essência primordial, aquela que nos integra à mãe natureza. 

A relação dos povos indígenas com o meio ambiente natural traz uma nova perspectiva sobre a origem do ser e a sua relação com as coisas existentes. Além da conhecida posição de preservadores natos da natureza, a maneira como enxergam as plantas e os animais tem uma lógica própria, uma forma horizontal de perceber os diferentes componentes, harmonizando a relação espaço-tempo.

Os indígenas identificam na natureza os seus elementos de poder, de cura e de sabedoria. Nesse universo, entre humanos e natureza não há separação, mas uma íntima conexão, que os colocam parte do mesmo ambiente e traz para o presente a percepção do todo. Pode-se dizer que a mitologia indígena está relacionada com a sabedoria da vida, integrando o indivíduo na sociedade, a sociedade na natureza e servindo, de certa forma, como uma bússola ao consciente.

A partir dessa orientação, o tempo da natureza se entrelaça ao tempo da vida cotidiana. Acompanhando a ordem natural, o ritmo na aldeia é marcado, dentre outros, por trabalho, lazer, namoro, cuidados com a família, rituais e conversas. Um tempo que não se atrasa e nem se adianta.

Nesse compasso, a realidade parece mais lúcida. A vida em movimento acontece mais plena de sentido e de respeito à cosmologia do universo.

Salve, salve a sabedoria indígena e que todo dia seja dia de índio!
Melissa Curi, jurista, antropóloga, pós-doutoranda da UnB.

Espaço Moda do Futuro apresenta I Mostra Nacional do Coletivo Brasil de Moda Sustentável

Exposição reúne peças de 13 marcas, duas comunidades e uma ONG tendo a sustentabilidade como foco

Entre os dias quatro de maio e três de junho o Espaço Moda do Futuro em São Paulo, SP, apresentará ao público a I Mostra Nacional do Coletivo Brasil, com curadoria da jornalista e consultora de moda Danielle Ferraz, proprietária do local. Serão expostos roupas e acessórios modernos e cheios de estilo desenvolvidos de forma sustentável, que também serão comercializados. “O Brasil é um celeiro de criadores sustentáveis – muitos deles celebrados fora do país; desmitificar o conceito de moda sustentável e torná-la mais acessível é um dos nossos objetivos com a Mostra”, conta Danielle, que desde 2003 realiza ações com esse viés.

O Coletivo Brasil, idealizado pela designer de biojóias alagoana Patrícia Moura, surgiu com o objetivo de agregar e promover designers e estilistas de todo o país que têm na base do seu trabalho a sustentabilidade. Hoje são 22 marcas que, além do compromisso socioambiental, fazem uma moda globalizada e com muita qualidade. “A sustentabilidade é um tema muito novo, e a ideia é popularizar, familiarizar a sociedade e, dessa forma, contribuir para transformar o comportamento através do conhecimento”, diz a designer.

As marcas participantes do evento serão: Patrícia Moura Biojóias, de acessórios naturais desenvolvidos com compromisso socioambiental; Prazeres Accioly, que trabalha materiais naturais em tear manual; Será o Benedito, marca de moda que se utiliza de materiais inusitados como lona usada de caminhão, papel de vedação para construção civil e couro vegetal, entre outros; Maria Ribeiro, que desenvolve lindos acessórios a partir de arame, latão e fios; Tiê Moda Ecológica, que fabrica e comercializa roupas e acessórios de materiais sustentáveis e reciclados; 2Primas, marca que desenvolve uma moda contemporânea através dentro de processos sustentáveis;Tiana Santos, que faz belos acessórios a partir da reutilização de PET; Brilac, de bolsas e acessórios feitos com lacres de alumínio; Heliconia, especializada em sapatos sofisticados feitos com resíduos de couro de peixes como a tilápia; Mãos da Terra, de acessórios artesanais obtidos de sementes, palha misturados a modernidade do metal; Coisas de Maria, de bijuterias que misturam resíduos, como retalho de algodão a matérias primas rústicas e sofisticadas; Jóias do Pantanal, de biojóias, que trabalha sobretudo com a reutilização dos resíduos dos chifres bovinos; e JS Design Sustentável, que utiliza técnica de reutilização de papel no desenvolvimento de acessórios modernos e arrojados. Participarão também o Instituto Ecotece, ONG que promove o vestir consciente e as comunidades “apadrinhadas” pelo Coletivo Brasil, o grupo pernambucano Bio Artes e Mulheres de Fibra, de Trindade.

O evento – que terá abertura com coquetel no dia 3 de maio – contará com decoração sustentável, assinada por Letícia Alencar e uma exposição de um editorial de moda realizado por Márcia Gamma, do Estúdio Hiperfashion, com peças das marcas participantes.

De acordo com Danielle, o Espaço Moda do Futuro já nasceu com a missão de divulgar criações desenvolvidas sob o selo da sustentabilidade. “Há produtos maravilhosos, sofisticados e cheios de estilo que foram elaborados sob esses preceitos”, justifica. “Assim, nada mais natural do que realizar esse tipo de mostra no local”, conclui. Vale lembrar que no ano de 2011 o Espaço Moda do Futuro abrigou a I Mostra de ModaEco Pernambucana, que foi um sucesso!

Serviço:
I Mostra Nacional do Coletivo Brasil
Data:
de 03 de maio a 03 de junho de 2012
Local: Espaço Moda do Futuro
Rua Morais de Barros, 452, Campo Belo, SP- Fone: (11) 5548-4141
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30 Sábados: das 9h30 às 14h.
www.danielleferraz.com
http://modadofuturo.com

Stand Ecotece no Bazar do Bem Possível 2012

Venham visitar o Stand de camisetas do Ecotece no Bazar do Bem Possível.
Camisetas, acessórios e bolsas com ativos socioambientais em malha PET e de algodão orgânico.

Um ótimo presente para o Dia das Mães!

Exposição de moda “O Requinte do Resto” em SP

O QUE NÓS JOGAMOS FORA NEM SEMPRE É LIXO

Radicada no Canadá há 10 anos e participante da Semana de Moda de Toronto, a estilista brasileira Baby Steinberg utiliza materiais recuperados para criar peças únicas, transformando-as em verdadeiras obras de arte. Nas mãos da designer, sacos plásticos, filtros de café, palha de milho e retalhos de tecidos ganham forma.

Com criações inspiradas pela cultura brasileira e seu trabalho voluntário com crianças nas favelas do sul do Brasil, Baby acredita fortemente na beleza que vem de criar algo do nada. “No Brasil, usamos qualquer coisa disponível para fazer algo especial.”

Seu trabalho também ajudou a construir uma ampla rede de catadores que compartilham sua paixão por recolher e reaproveitar materiais.  

 

A exposição O Requinte do Resto fica aberta até o próximo dia 6 de maio

Caixa Cultural São Paulo
De terça a domingo das 9 às 21h
Entrada gratuita
Praça da Sé, 111 – Centro – SP

+ infos: http://www.meetmyart.com/
Fotos: Dean Claudio

Preocupação com moda sustentável já existia no sec. 18


Consumo e sustentabilidade são dois temas que recentemente deram as mãos para nunca mais largar. Uma empresa que não se preocupa com a forma como produz ou um consumidor que não se preocupa com o que consome é visto com maus olhos. Uma coisa é certa: o eco-fashion veio para ficar. Se por um lado o consumidor demanda uma maior consciência das empresas, por outro, o mundo corporativo grita a plenos pulmões cada vez que realiza uma ação sustentável. Esta “tendência” permeia todas as áreas e na moda não é diferente.

Até a gigante do fast-fashion americana H&M, cuja maior preocupação é vender para as massas a qualquer custo, tem agora essa preocupação e procura agregar sustentabilidade aos seus produtos. Em 2011, a sua coleção The Green Garden foi inspirada em paisagens e modos de vida verde: o algodão e o linho usados eram orgânicos e o tencel e o poliéster reciclados e recicláveis. Em 2012 repetiu o feito, mas desta vez com vestidos de festa, a Exclusive Conscious Glamour Collection (um desses vestidos foi inclusive usado por Michelle Williams nos prêmios Bafta). É fast-fashion? Sim, mas é ambientalmente consciente. Um vestido dessa linha sai em torno de 80 euros (cerca de R$ 200).

A HonestBy, marca do ex-Hugo Boss Bruno Pieters, também apresenta essa proposta. Além de privilegiar a ética comercial – em cada compra você vê o que está pagando com cada centavo seu, desde o tecido até às horas da costureira – os tecidos são todos orgânicos e reciclados, respeitando assim as mudanças climáticas do meio ambiente.

Como estes exemplos, temos várias outras histórias recentes, mas se você acha que isso é uma mania atual, leia abaixo e entenda quando tudo começou.

A moda ecológica como a conhecemos hoje teve início nos loucos 60′s e no movimento ambientalista dos hippies. Mas os primórdios da moda sustentável se deram no início do século 18, quando os vestidos de seda feitos à mão eram alterados para dar uma nova utilidade ao tecido. Uma exposição montada no FIT (Fashion Institute of Tecnology) em Nova York, em 2010, reuniu algumas das peças confeccionadas desta forma consciente ao longo dos séculos, que usam desde práticas de reaproveitamento de tecidos com tingimentos novos a direitos dos trabalhadores e dos animais.

Confira algumas das imagens abaixo:


Da esquerda para a direita: vestido com brocado de seda de 1760 feito com tecidos de qualidade superior; vestido de 1840, feito com reaproveitamentos de seda do séc. 18; vestido de 1865 tingido para reaproveitamento de tecido


Da esquerda para a direita: vestido de rayon, primeira fibra de tecido feita pelo homem usada em roupas de preço baixo, e vestido de seda de Madeleine Vionnet, a primeira estilista a oferecer férias pagas e pausas para café aos seus trabalhadores; capa feita de celofane, material composto por madeira, algodão ou cânhamo, e vestido de festa masculino feito de sobras de tecido do séc. 19.


Vestido de seda de 1941 cuja etiqueta diz: “New York Creations”, confirmando a produção local, com respeito aos direitos dos trabalhadores. A partir de 1941, essa etiqueta começou a aparecer em várias roupas.


Da esquerda para a direita: terno de nylon de 1959, feito com técnicas que amassavam menos o tecido, tornando menos frequente a necessidade de lavagem, e terno em algodão feito com a parte interna de um xale paisley do séc. 18; vestido Betsey Johnson de 1971 com a etiqueta “Woolmark”, prova de que foi feito usando lã virgem, e saia feita à mão por mulheres da cooperativa.


Blusa Martin Margiela, “o pai da reciclagem”, feita de lenços de seda e suéteres feitos de meias de lã.

Fonte: Fashion Forward

 

IV Concurso de desenho sustentável

Você  gosta de desenho, é criativo e acredita que a arte pode ser sustentável, demonstre seu talento. A Fundação Banco Santander, em colaboração com o Universia, te dá a oportunidade de ganhar até 5.000 euros e a participação de seu projeto em uma exposição artística. Saiba mais!

QUEM PODE PARTICIPAR
Estudantes maiores de idade (18 anos) de qualquer Universidade, Faculdade ou Escola de Ensino Superior, independente de sua nacionalidade. É requisito indispensável que os participantes estejam matriculados em um curso acadêmico no período 2011/2012.

REQUISITOS
Para participar é necessário ser usuário do Universia e se cadastrar aqui Poderá enviar no máximo 10 projetos (até 2 por categoria). Deverá completar uma ficha técnica explicando cada um dos projetos. Os demais requisitos dependem da categoria que pretende competir:

 Moda e Têxtil, Espaços e Interiores, Industrial ou Produtos, Gráfico e Digital.

Inscrições e infos: http://talentosdesign.fundacionbancosantander.com 

Novo livro ” Moda & Sustentabilidade”


Nenhum produto recebe tanta divulgação e é tão analisado quanto o de moda. Mas a superconsciência sobre estilos, tecidos e cores não inclui o mundo por trás dos cabideiros, a tecnologia por trás do corte, a fibra por trás do tecido, a terra por trás da fibra ou a pessoa na terra. O verdadeiro impacto de nossas escolhas de vestuário quase nunca é considerado ou notado. Este livro revelador traz a reflexão sobre a criação de um modelo de mudança que oriente as atividades na indústria da moda.

Sobre as autoras:
KATE FLETCHER é responsável pelo curso de moda e sustentabilidade na Faculdade de Moda de Londres. Seu trabalho em negócio, educação, política e pesquisa tem sido fundamental para o desenvolvimento de suas ideias na área da sustentabilidade e em sua prática no setor da moda. LYNDA GROSE é professora na Escola de Artes da Califórnia. Estilista, consultora e educadora, é uma das cofundadoras da linha ecológica da Esprit, primeira linha de roupas ecologicamente responsável desenvolvida por uma grande empresa e que firmou padrões pioneiros para a indústria têxtil.

Para comprar: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?isbn=853960163x
Para ver outros livros indicados pelo Ecotece:
http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?i=86

Evento de Moda Sustentável no Rio

Isabel Fillardis promoverá evento de moda sustentável no Rio de Janeiro

Fundadora do Instituto Doe Seu Lixo, atriz será madrinha do projeto Rio Eco Moda 2012.

Diante de tantas mudanças drásticas no clima do planeta, a busca por um estilo de vida com agressão mínima ao meio ambiente virou uma demanda da sociedade em escala mundial. Estamos assistindo um planeta que necessita ser repensado e cuidado de forma verde, com responsabilidade social. E, mediante tal cenário, estamos vendo a moda entrando em cena para ser mais um componente a ajudar nessa “reciclagem” de atitudes.

O termo ecofashion vem sendo usado com freqüência cada vez maior e diz respeito à utilização da moda sustentável. Essa onda está começando a ocupar papel de destaque no cenário da moda, principalmente porque deixou de ser produzida por marcas desconhecidas e ganhou etiquetas de grifes renomadas. Não é de hoje que a indústria tenta encontrar um jeito de produzir peças que não explorem os recursos naturais de forma predatória, mas só recentemente tornou-se possível fazer roupas que caíssem no gosto do consumidor e aliassem palavras tão dissonantes como design, tecnologia e ecologia. Agora, as três foram parar nas mesmas máquinas de costura.

Tecidos orgânicos (que são aqueles feitos a partir de matéria-prima produzida sem inseticidas ou pesticidas), materiais recicláveis, garrafas PET, pneu, madeiras de reflorestamento. É um verdadeiro exército de materiais ecológicos que fazem brotar ideias maravilhosas em cabeças pensantes, visando a diminuição do impacto ambiental.

É a moda sendo encarada como uma maneira prática e palpável de atuar em prol da sustentabilidade. É a moda propondo uma nova maneira de encarar o consumo e o nosso relacionamento com a natureza. É a moda utilizando materiais e processos mais justos e sustentáveis para que a cada dia peças e mais peças sejam criadas, misturando a beleza de um design bacana com o menor impacto possível na natureza.

Foi a partir dessa necessidade de valorização, divulgação e fortalecimento de uma moda eco-friendly que o Rio Eco Moda nasceu. Seu objetivo é divulgar a moda ecologicamente correta através de um evento que movimente o universo fashion, fazendo com que as pessoas percebam que design e consciência ambiental em uma só peça é uma combinação não só possível, como de extrema importância.

O Rio Eco Moda tem como parceiro e realizador o Instituto Doe Seu Lixo, bem como madrinha a atriz, modelo e apresentadora Isabel Fillardis, que sempre esteve envolvida com questões de cunho social e ambiental. Em 2003 fundou, ao lado de seu marido, Julio Cesar Santos, Instituto Doe Seu Lixo, oferecendo oportunidade às pessoas que viviam abaixo da linha de pobreza e dando início à luta pela valorização e profissionalização dos catadores de materiais recicláveis, tornando a reciclagem um negócio sustentável, através de metodologias de gestão para todo o processo produtivo das cooperativas, investimento em tecnologia e capacitação dos catadores. Ao reconhecer a importância das cooperativas para o ciclo produtivo da reciclagem, o Instituto incubou a Socitex Cooperativa, tornando-a pioneira em eficiência e participação na logística reversa no estado do Rio de Janeiro.

No dia 20 de março, o Instituto fez a inauguração da primeira Usina de Triagem e Reciclagem do Estado do Rio de Janeiro (UTR-RJ), um centro de excelência em triagem de resíduos sólidos recicláveis urbanos, com equipamentos de alta tecnologia operados por catadores capacitados, algo inédito em gestão de resíduos por cooperativas.

É imerso neste cenário de sustentabilidade que o Rio Eco Moda tem tudo para ser um projeto que marcará o calendário de eventos do Rio de Janeiro, devido ao seu ineditismo e a sua bandeira ecológica. Serão desfiles de grifes que utilizam materiais ecológicos em suas produções, mesa-redonda com o tema “A Importância de Pensar Verde na Moda” com grandes nomes do mundo fashion, exposição de fotos, além de coquetel para os convidados presentes. Tudo isso ocorrerá na própria sede do Instituto Doe Seu Lixo, no mês de novembro de 2012.

Serviço:
Rio Eco Moda 2012: exposição de fotos, mesa-redonda, desfiles e conscientização ambiental.
Local: Instituto Doe Seu Lixo – Rua Pedro Alves, 240 – Leopoldina / Santo Cristo – G 8 – RJ
Data: novembro de 2012
Horário: Às 18hrs
Realização: Instituto Doe Seu Lixo
Madrinha: Isabel Fillardis
Assessoria de Imprensa – STAFF COMPANY RIO
Vinicius Belo (vinicius@staffcompany.com.br) |21 7708-8278 | 123*19349 | 21 2523-3950
Produção e organização: OLGA BON
Olga Bon (olga@staffcompany.com.br) | 21 9465-1756

 

Oficinas Faça Você Mesmo no Shop. Metro Tatuapé


Ciclo de Oficinas gratuitas Faça Você Mesmo do Ecotece no Shopping Metro Tatuapé

Conceitos do Vestir Consciente na prática!

Oficina 1 – Macramê – 10, 12 e 13 de abril – 14h as 17h
Prof. Ana Isa Zanesco – estilista do Instituto Ecotece

Oficina 2 – Almofadas e Toys – 17 e 24 de abril, 8 e 15 de maio – 14h as 17h
Prof – Janaina Crivelli – artista plástica e estilista da marca Sereia Saci

Vagas limitadas
Inscrições pelo telefone: 2090-7420

Mil vestidos em um

 

A velocidade com que as tendências surgem acaba fazendo com que os guarda-roupas enfrentem grande dificuldade de acompanhar essas mudanças.

Tendo em vista essa necessidade, a marca Mimètik criou um vestido chamado Milu, que se adapta nesse contexto acelerado.

O Milu é uma proposta de não apenas um vestido incrível, mas vários. Seu design permite diversas modificações em seu formato, permitindo seu uso de diversas formas.

Essa criação inovadora é de Mireia Solsona, designer espanhola que trabalha com a Mimètik. A intenção era criar peças que carregassem uma característica de flexibilidade.

A inspiração surgiu da Grécia Antiga, onde as peças de vestuário, formadas geralmente por um grande pano, configuravam-se de diversas maneiras.

Esse tipo de produção gera menos energia, menos tecido, menos trabalho de produção além de fornecer ao consumidor um produto que pode ser usado no dia-a-dia ou mesmo para um evento especial.

Versatilidade é um dos conceitos do Vestir Consciente!

 

 É um vestido que definitivamente  não vai ficar esquecido no armário.

O video abaixo mostra um pouco melhor os infinitos usos do vestido.

Fonte:  Do The Green Thing

 

Para ler livro infantil

 

Hoje, dia 02 de abril, é dia internacional do livro infantil!
Uma forma de valorizar a leitura é incentivar as crianças para o mundo mágico, lúdico e criativo que o livro proporciona.
Através da leitura a criança consegue ter um mundo da imaginação só dela, um verdadeiro tesouro que não se encontra em qualquer jogo, computador, etc.
O gosto pela leitura começa desde cedo e pode dura a vida toda.

O Ecotece em parceria com a Livraria Cultura selecionou alguns livros infantis, veja:

    

Algumas dicas de como encantar as crianças a ler livros:
1- Respeite o ritmo de seus filhos, afilhados, netos…
2- Observe o gosto literário deles e compre livros nesse segmento
3-  Dê o exemplo
4- Incentive a leitura antes de dormir
5- Improvise representações dos livros
6- “Publique” o livro de seu filho e coloque na estante junto com os demais 
7-  Deixe os livros sempre acessíveis as crianças
8- Ajude-o a ler melhor
9- Procure um lugar confortável e horário adequado
10- Frequente livrarias e bibliotecas

Veja os demais livros indicados pelo Ecotece: http://ecotece.org.br/conteudo.php?i=86

Boa leitura!

Feira de trocas no Cineclube Crisantempo

Oficina de Bordado – Uma árvore no seu jardim

Na oficina o participante irá pintar um tecido onde será bordado uma árvore para enfeitar esse jardim.

Uma técnica nova será ensinada para compor a sua arvore. Aprenderão pontos com fita além de pontos de bordados para compor a paisagem.

Cada participante fará sua peça única que poderá ser transformada em um quadro.

Quando:
Sábado, dia 31 de março, das 14h às 18h.

Onde:
R: Cônego Eugênio Leite, 818 AP 09.
São Paulo

Investimento:
R$ 100,00

ATENÇÃO: Esta oficina tem apenas 6 vagas!

Contato:
Silvia Inês Merkel
Tel. (11) 9533-5216
silviaimerkel@hotmail.com

Lixo eletrônico: reaproveitamento e soluções

O reaproveitamento de resíduos está cada vez mais presente e acessível, porém existe uma parcela de material que acaba sendo menosprezada: os descartes tecnológicos ou lixo eletrônico.

A velocidade com que celulares, computadores, câmeras digitais e tantos outros acessórios tornam-se obsoletos é quase absurda. E o mais preocupante é o destino que tal “lixo” toma no meio ambiente.

Amenizando essa gama tão grande e preocupante de material sem destino correto,  temos alguns exemplos de soluções que visam diminuir esse problema:

O designer chileno Rodrigo Alonso propôs mobiliário feito de resíduos eletrônicos e resina. Sua proposta era dar nova visualização a esses materiais, e mostrar que é possível inserir essa inovação em elementos tão presentes no cotidiano.

No mundo da moda também pode-se encontrar quem reeducou o olhar para esses materiais.

O designer português João Sabino propôs uma utilização inovadora e atrativa, desenvolveu uma bolsa com peças de teclados. De acordo com ele o processo de fabricação é simples e seu intuito é manter um certo ar “experimental” em seus projetos.

Já a artista plástica e artesã Naná Hayne trabalha com o lixo eletrônico no desenvolvimento de diversos acessórios. Ela afirma ainda que utiliza outros materiais como peças de relógios, cordas de guitarra, embalagens de shampoo, tampas de perfumes, entre outros.

E para quem deseja apenas desfazer-se e dar destino correto para seus produtos, algumas medidas podem ser tomadas. Existem empresas de eletrônicos que se responsabilizam pelo recebimento e devido descarte desses produtos, bem como alguns pontos de recolhimento em mercados e outros espaços.

Para se informar melhor sobre o que fazer com seus descartes, a ONG Lixo eletrônico pode te ajudar.  Ela aponta empresas e locais na sua cidade que atendem essa demanda específica, além de contar com diversas notícias relacionadas.

+informações:

http://ralonso.com/

http://www.joaosabino.pt/

http://nanahayne.wordpress.com/

Botuáfrica