Comunidade Ecofashion 2015

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O Projeto Comunidade Ecofashion faz parte do Programa Braskem de Educação Ambiental que, em parceria com Instituto Ecotece, o SESI e o  Instituto Akatu , formou crianças e jovens como multiplicadores ambientais no primeiro semestre deste ano. Participaram do projeto uma ONG e nove escolas da rede pública das cidades de Santo André e Mauá.

A moda tem o poder de inspirar as pessoas.

Como você já deve ter reparado, quando aparece uma atriz na novela com uma roupa legal ou um acessório bonito, em pouco tempo diversas pessoas também estão usando o item ou comentando sobre ele. Podemos encantar por meio da moda e utilizar esse poder para incentivar os indivíduos a respeitar o outro e o planeta.

Por isso, desde 2010, escolhemos  o tema moda é utilizado para falar de consumo consciente e reciclagem através do projeto Comunidade EcoFashion.

Embalagens, copos de plástico, tampinhas de garrafa e outros materiais já utilizados podem ser transformados em camisetas, calças e até em vestidos de festa. Dá para acreditar?

Durante o projeto, crianças e jovens estão convidados não apenas a criar e a desenvolver roupas, mas a pensar sobre seus hábitos de consumo e geração de lixo, aprendendo técnicas para coletar materiais recicláveis. Com isso, sua família, amigos e comunidade são encorajados a fazer o mesmo.

O desfile final é o momento de mostrar para todo mundo o que foi produzido e, principalmente, de compartilhar os conhecimentos aprendidos.

Confira nosso hotsite e apreenda você também a construir sua roupa de materiais recicláveis!

Juntos podemos tecer um mundo melhor.

 

A Moda e os negócios sociais

moda e negócios sociais

Quando me perguntam como o Ecotece começou e por onde começar quando se quer montar um negócio social, eu respondo:
– Comece por aquilo que você gosta e faz bem, nós começamos assim!

Que é possível ter um negócio de sucesso em qualquer área creio hoje ninguém dúvida.

Mas e um negócio diferente? De impacto? Do bem e do bom? Eu realmente acredito que é possível, pois infelizmente problemas a resolver é o que não falta nesse mundo.

No Ecotece escolhemos a moda e realmente acreditamos no poder do design e no encantamento da moda como ferramente de mudanças.

Aqui nesse blog, no facebook e em nosso site, divulgamos nossas ações, caminhos e e filosofias.

Hoje trazemos um case internacional que também é a prova de que a moda e o design são caminhos para um mundo melhor.

O história do negócio social Shoe That Grows começou quando o americano Kenton Lee vivia e trabalhava em Nairóbi, no Quênia , em 2007. Um dia, enquanto caminhava para a igreja, ele percebeu que uma menininha ao seu lado estava usando sapatos muito menores que seus pés.

Depois do: Por que?
O Insight!

– “Não seria ótimo se houvesse um sapato que pode crescer? Assim as crianças sempre teriam um par de sapatos que sirva”

E foi assim que nasceu o Shoe That Grow, um sapato que pode se expandir por meio de uma série de botões ajustáveis. Há dois tamanhos disponíveis: um pequeno, recomendado para crianças do jardim de infância até a quarta série, e um grande, para crianças da quinta série ao nono ano.

Uma ideia simples para auxiliar a resolução de um problema gigante. Hoje mais de 2 bilhões de pessoas no mundo sofrem de parasitas e doenças transmitidas pelo solo. Assim o Shoe That Grow é uma solução de design sustentável que ajuda as crianças a proteger os pés, sem machuca-los além de minimizar a necessidade de compra de mais calçados quando os pés crescem.

Infelizmente no momento a proposta ou alcance da empresa não é vender diretamente os sapatos para pessoas carentes, visto que cada par unitário custa 30 dólares.

Porém através de uma campanha de arrecadação qualquer pessoa pode contribuir com 10 dólares que são revertidos para a doação de 50 pares do calçado para uma das instituições parceiras no Equador, Gana, Quênia ou Haiti.

Ajustes de negócios a parte, esse é um case inspirador de como novos olhares sobre velhos problemas podem gerar grandes resoluções.

Mesmo para quem não entende inglês, o vídeo do projeto é bacana de ver.

 

Por: Lia Spínola
Fonte: esse post foi originalmente escrito para o blog EmpreendendoBem

Movimento Esquenta Ecotece+Pernambucanas

Campanha Pernambucanas 2015

A Campanha do Agasalho Pernambucanas 2015 já começou!
Vá até uma das lojas e doe agasalhos ou roupas em bom estado e aqueça o inverno de muita gente.

Participe do movimento de 15 de maio a 28 de julho e ajude a fazer o frio dançar!

Clique aqui e também acesse as dicas Ecotece para ser um consumidor de moda + consciente e sustentável.

Juntos podemos tecer um mundo melhor!

Últimas vagas de curso de Renda Renascença!!!

Em São Paulo – dias 25 e 26 de Abril

É com imenso prazer que o Ecotece abre mais uma turma do curso de Renda Renascença!!!

Venha aprender conosco esta técnica tradicional!

Descrição:

Através do curso o aluno estará apto a desenvolver os principais pontos de Renda Renascença e a combina-los entre si para a formação de trabalhos mais elaborados.

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Aluna rendando durante o curso – turma de abril de 2013

A Renda Renascença é uma técnica artesanal que teve sua origem na Ilha de Burano em Veneza, Itália no século XVI e é difundida em algumas regiões do Nordeste brasileiro.

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Renda Renascença – Exposição Rendas Brasileiras

Confeccionada com agulha, linha e lacê de algodão. Em uma primeira etapa o desenho que será bordado é feito em papel e preso a uma almofada base. O lacê é então fixado e entremeado pelos diferentes pontos da renda.

RESGATAR TÉCNICAS ARTESANAIS = VESTIR CONSCIENTE

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Thais Guerra – professora da Renda Renascença no Instituto Ecotece


Professora: Thaís Guerra
Autodidata, começou a bordar para presentear amigos e familiares, buscando referencias em diversas fontes literárias e participando de capacitações com bordadeiras profissionais do ateliê de Madame Rosita. Realizou também pesquisas de campo com rendeiras de Maceió – AL e Poção – PE, berço da renda renascença brasileira.

Investimento:
R$ 390,00
Material Incluso

Vagas super limitadas!!

Público-alvo:
Interessados no geral a partir de 15 anos.

Carga Horária:
10 horas

Local:
Rua Itápolis, 1893 – Pacaembu
(próximo ao metro Clínicas e Paulista)

Horário:
dias 25 e 26 de abril de 2015
sábado e domingo
9h as 14h

Inscrições:
O pagamento poderá ser feito através de:

Depósito bancário em parcela única; ou
Parcelamento em até duas vezes, sendo a primeira parcela feita através de depósito bancário e a segunda no primeiro dia de aula através de cartão de débito.

Dados da conta:

Instituto Ecotece
CNPJ: 07.715.638/0001-58
Banco Santander
Ag. 2104
C.C 13000696-6

Verificar disponibilidade de vagas antes!!!

Após o pagamento envie um email para ivi@ecotece.org.br com o comprovante e com os dados abaixo:

Nome:
RG:
CPF:
Data de nascimento:
Telefones:
Endereço:
E-mail:
Profissão:
Empresa:
Cargo:
Como soube do curso:

Dúvidas:
ivi@ecotece.org.br
(11) 4106-6300
Política do Curso:
– Cancelamento da inscrição no curso até 15 (quinze) dias antes do início, será devolvido o valor integral pago.
– Cancelamento da inscrição no curso entre 14 (quatorze) dias até 72 (setenta e duas) horas antes do início, haverá devolução de 50% do valor pago ou o participante poderá indicar outra pessoa para participar do curso, que gozará do valor pago.
– Cancelamento da inscrição no curso a partir de 48 (quarenta e oito) horas antes do início, não será restituído nenhum valor do curso, contudo poderá ser indicada outra pessoa para realizar o curso na vaga inscrita.
– Os cancelamentos e transferência de vagas deverão ser comunicados através do e-mail ivi@ecotece.org.br
– O Instituto Ecotece reserva-se no direito de: caso não ser atingida número mínimo de inscrições, cancelar a realização do curso. Caso esta situação ocorra haverá devolução integral do valor pago da mesma forma em que foi recebido ou ainda existirá a possibilidade do interessado manter um crédito para realizar o curso em nova data.
– Todos os alunos com frequência mínima de 75% (setenta e cinco) por cento do total das aulas ministradas, receberão Certificado de Conclusão de Curso.
– O aluno, ou o responsável legal deste, atesta estar ciente de todos os termos da política do curso.

Tecido de abacaxi é nova alternativa para moda sustentável

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Tecido feito com sobras de abacaxi é nova alternativa para a moda sustentável

Durante a colheita do abacaxi, o fruto é aproveitado enquanto caule e folhas são deixados de lado. Um grande desperdício, segundo a designer espanhola Carmen Hijosa, que encontrou uma maneira de reaproveitar melhor os restos da planta.

Carmen teve a ideia enquanto trabalhava na indústria do couro, como consultora no Centro de Desenvolvimento e Design das Filipinas, após ter visto as terríveis consequências que a indústria teve para trabalhadores do ramo e para o meio ambiente.

Após anos de pesquisa e desenvolvimento, Hijosa fundou a empresa Ananas Anam e patenteou sua invenção, o Piñatex.

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Procedimento
As folhas que ficaram para trás após a colheita passam por um processo de descasque, que acontece na própria plantação, por parte da comunidade local. O subproduto do descasque pode ser usado como biogás ou fertilizante.

Na sequência, as fibras das cascas de abacaxi passam por um processo industrial que as transforma em um tecido não urdido (não enredado ou disposto como tecidos tradicionais). Ele fica com uma aparência bastante similar à da fibra piña, muito utilizada por filipinos para fabricar o Barong Tagalog, uma vestimenta formal da cultura local.

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Alternativa ecológica
A ideia é encaixar o Piñatex nesse espaço vazio. Ela não vê seu produto como uma substituição do couro sintético ou animal, mas como uma alternativa com uma forte base ecológica, já que a criação de gado é uma atividade nada sustentável.

O novo tecido de abacaxi pode ter diferentes usos, como sapatos, bolsas, poltronas e até sofás, além de poder ser usado no interior de carros e aeronaves. O tecido é sustentável e, por ser feito a partir de restos da colheita, não é necessário água, terra, pesticidas ou fertilizantes a mais para sua produção. Um dos problemas ambientais encontrados foi a biomassa resultante do processo de descasque.

No entanto, como já foi dito, ela pode ser convertida em fertilizantes orgânico ou biogás. A confecção do Piñatex também ajuda a comunidade produtora de abacaxi, que obtém renda extra com as fibras. O tecido de abacaxi pode ser pintado, impresso e tratado para que se assimile a outros materiais, como couro metálico, vinil e imitação de pele de cobra.

+ infos: Ananas Anam

Fonte: Ecycle

Curso de Moda Sustentável na favela de Manguinhos – RJ

Ecomoda

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab), iniciará em maio um curso de moda sustentável para capacitar jovens da região no entorno da comunidade de Manguinhos, na Zona Norte. A organização será feita pela Casa do Trabalhador/Setrab e os alunos serão habilitados em costura, modelagem, desenho/ilustração de moda e estamparia.

Curso terá dois módulos e duração de 10 meses, ensinando a reutilização de roupas

O projeto tem como base o Projeto Ecomoda, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), implantado em 2012 na comunidade pacificada da Mangueira, para capacitar jovens das comunidades pacificadas. Toda a produção é feita a partir da reutilização de materiais e tecidos de roupas usadas e que possam ser reciclados.

O estilista Almir França, que é professor do assunto na Universidade Veiga de Almeida, comandará o curso. A ideia é que, depois de formados, os jovens tenham condições de consolidação no mercado da moda.

Almir afirma que serão dados ensinamentos, entre outras matérias, sobre a história da moda. Os estudantes passarão por dois módulos, com duração de cinco meses cada. No primeiro módulo, os alunos aprenderão a confecção de acessórios e no segundo as dicas de vestuário. “Não farei um trabalho artesanal, vou prepará-los para enfrentarem profissionalmente um mercado que está defasado”, garante o estilista.

No dia 6, durante a comemoração do Dia Internacional da Mulher, organizado pela Casa do Trabalhador/Setrab, o professor comandou um desfile com criações de seus alunos da Mangueira, inspiradas nos 450 anos do Rio de Janeiro. A Casa do Trabalhador/Setrab anunciará em breve o local e data para as inscrições.

” Moda, Sustentabilidade e inclusão = Vestir + Consciente”

Fonte: UPP-RJ

Como dar uma super geral no armário?

Fluxograma Uma de suas metas de ano novo era dar uma super geral no armário, mas agora encarando a questão você não sabe nem por onde começar?

Siga esse divertido fluxograma e de aquela geral no seu armário!

Ter um armário arrumado, ajuda você a otimizar suas peças, vestir-se melhor e minimizar compras desnecessárias.

Cuide bem de quem cuida de você…suas roupas!

E as que já não servem mais para.. Doe, faça o bem e abra espaço para o novo!

Adaptado de Bobella por Vestiu Bem

Concurso de Moda Inclusiva

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+ infos e inscrições: modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br

Alinha – fortalecendo relações + éticas na moda brasileira


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Alinha é uma startup que nasceu em 2014 dentro do projeto Uma mensagem pela Liberdade, articulado pela Aliança Empreendedora que visa o fortalecimento de donos de oficinas de costura e condições mais justas e dignas de trabalho na cadeia da moda da cidade de São Paulo.

A iniciativa foi criada por Monyse Almeida, uma advogada que acompanhou os procedimentos de investigação de grandes grifes quando foram encontrados trabalhos em condição análoga à escravidão em sua cadeia produtiva e Dariele Santos, internacionalista, que desenvolveu uma pesquisa sobre os fluxos migratórios Brasil-Bolívia e o mercado da moda, com envolvimento pessoal na atuação do Centro de Apoio ao Migrante (CAMI) – entidade parceira da Alinha.

Os Invisíveis
Profundamente incomodadas com os comuns casos de condições precárias e de trabalho análogo à escravidão encontrada durante a experiência de cada uma, percebeu-se que apenas resgatar estes trabalhadores não era a solução do problema para essa cadeia de produção tão complexa.

Por que não empoderar os empreendedores donos de oficina para que eles possam exigir condições mais justas de contratação?  Tirando-os da invisibilidade e melhorando as condições de trabalho oferecidas aos costureiros.

Alinha

Como funciona?
Alinha é uma plataforma online que não faz intermediação de mão de obra entre oficinas e compradores, mas sim dá a estes ferramentas para que possam eliminar intermediários e se conectarem diretamente. Este contato, inclusive, não é feito nem mesmo através da plataforma, o objetivo da Alinha resume-se em aproximar demanda e oferta.

A oficina de costura registrada no sistema (mediante resposta a um questionário), pode ser encontrada pelo comprador  que poderá escolher quais delas estão mais aptas a atender a sua demanda, consultando informações que vão desde o número de costureiros aos tipos de máquinas de costura presentes em cada uma.

No entanto, somente “oficinas alinhadas” nos quesitos formalização, saúde e segurança do trabalho, jornada de trabalho, pagamentos dentre outros é que ficam aptas para busca por meio da plataforma e para contato direto.

Caso a oficina de costura cadastrada não tenha o patamar mínimo desses quesitos é aí que entra em cena uma das principais atividades da Alinha: fornecer dicas e orientações para a oficina aprimorar sua administração e as condições de trabalho.

Essas dicas e orientações são co-criadas e estruturadas por meio das instituições parceiras. Por exemplo: se a oficina de costura precisa se formalizar, aproximamos essa oficina de advogados e contadores.

Com esse tipo de “metodologia de alinhamento” ou de aceleração da oficina de costura–, a torna mais viável e melhor estruturada, podendo assim integrar a área pública da plataforma e ficar visível para compradores e novos negócios.

A Alinha agora busca estruturar toda esta rede de instituições parceiras, assim caso você leitor acha que pode auxiliar, caso você seja responsável por uma instituição (ONG, Associação, empresa, empresa júnior etc. ou crê que de alguma maneira poderá auxiliar a Alinha a empoderar uma oficina de costura, escreva para: contato@alinha.me

A Alinha levanta a sua principal bandeira: valorização da profissão de costureiro. Um dos ofícios tão históricos, tão essenciais para à sociedade, que é sequer regulamentado! Lembrar os consumidores que toda peça vestida teve um longo caminho antes de chegar nas araras das lojas, ter consciência e lutar por condições justas de trabalho é um dever de todos nós.

O Ecotece apoia e é parceiro desse projeto, juntos podemos tecer um mundo melhor 😉

+ infos:
www.alinha.me
www.facebook.com/pages/Alinha/1484518018473207?fref=ts

Lançamento Ecotece+Flávia Aranha

 

Amanhã é dia de festa!!

O projeto Ecotece+ em parceria com a marca Flávia Aranha tem a honra de lançar a nova coleção de linhos estampados a mão pelo projeto – Botuáfrica.

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Na loja você também encontrará os produtos da linha home desenvolvidas através da parceria Ecotece+Flávia Aranha+Retece, são almofadas, bolsas e jogos americanos em patchwork.

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Não deixe de conferir!!

Lançamento:
Sábado, dia 13 de dezembro das 10h às 20h. Cocktail + Música a partir das 14h.

Local:
Flávia Aranha
Rua Aspicuelta, 224 – Vila Madalena
São Paulo

Moda ética em casa: 3 caminhos para mudar o mundo a partir do seu armário

Para ser um consumidor responsável não basta conhecer a origem dos produtos, também há que ser consciente sobre o que se precisa ou não.

Isto é especialmente importante na indústria da moda, onde se impõem tendências de curta duração que acabam nos impulsionando para uma atitude consumista impulsiva.

guarda-roupa sustentável

Uma forma interessante de evitar este comportamento é limpar o armário para saber o que sobra, o que falta e o que pode-se recuperar. Está é uma das recomendações do livro Wear No Evil de Greta Eagan – fundadora do site de moda ética Fashion Me Green.

Um dos caminhos mais importantes é: ter um armário consciente com roupas que você usa, comprar só o necessário e doar o que já não é necessário.

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Como limpar e reciclar seu guarda-roupa?

1- Observar com atenção cada peça
Podem-se organizar as peças por partes: Roupas, acessórios, calçados, isso evita que você entre em pânico.

2- Catalogar 
Cada objeto tirado do armário tem que ser analisado com um SIM ou NÃO ou TALVEZ: a resposta define se continua sendo parte do closet ou não.

SIM – normalmente correspondem as peças de uso frequente ou com algum valor sentimental.
NÃO – peças que durante o último ano permaneceram guardadas, estão velhas, não servem mais, etc.
TALVEZ – peças que necessitam de uma segunda avaliação

Nesse momento pode ser de grande ajuda um amigo para opinar sobre manter essas peças no armário ou não.

3- Definir o que fazer com as roupas descartadas
As qualificadas com NÃO podem ser doadas, o Ecotece recebe roupas em bom estado que são destinadas a Boutique Solidária do Projeto Retece, para mais informações sobre a boutique clique aqui, para doar mande uma mensagem para contato@ecotece.org.br

Outro caminho é vender as peças para brechós ou sites online que comercializam peças usadas como Mercado Livre, Enjoei, OLX e outros.

As peças qualificadas com TALVEZ podem-se renovadas fazendo-se pequenos ajustes na costureira ou renovando a cor na tinturaria. Se gostar de colocar a mão na massa também é válida uma transformação para deixar a peça mais moderna e com a sua cara.

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Renovar a Consciência

Agora que seu armário está limpo – Greta garante que com essa técnica o conteúdo será reduzido em pelo menos 5 kilos – é possível fazer um planejamento sobre o que necessita adquirir ou o que não e quando for as compras, eleger com foco na necessidade.

Além de eleger produtos que seguem as premissas do comércio justo e da sustentabilidade, existem alternativas que estão sendo cada vez mais consideradas como alternativas para um Vestir + Consciente como, por exemplo, alugar roupas, trocar peças com conhecidos ou em feiras de trocas ou confeccionar suas próprias roupas.

Vamos colocar em prática?

Fonte: Foro de Moda Ética Latinoamerica

Sesi-SP abre Inscrições para Concurso de Moda Sustentável

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) está com inscrições abertas para o concurso Sesi Cria Moda Sustentável até o dia 3 de outubro e o Ecotece participará como parceiro compondo sua comissão julgadora.

O evento reunirá estudantes e profissionais da área de moda e tem o objetivo de revelar novos talentos e incentivar a aplicação de conceitos sustentáveis à moda comercial.

Serão selecionados 15 modelos entre todos os trabalhos inscritos. Os candidatos escolhidos participarão de quatro workshops do Método SESI-SP de Modelagem Plana e deverão confeccionar suas peças sustentáveis de acordo com o padrão estabelecido no regulamento do concurso.

No dia 26 de novembro, no Espaço Fiesp, em São Paulo, os 15 finalistas apresentarão as peças elaboradas durante o desfile de encerramento do concurso.

As peças serão selecionadas por um júri técnico, que levará em conta critérios como originalidade, criatividade, utilização no dia a dia, sustentabilidade dos materiais e qualidade do produto final. Os três melhores trabalhos serão premiados e receberão manequim para modelagem, máquinas, kits de costura e livros de moda.

Poderão participar do concurso SESI Cria Moda Sustentável estudantes e pessoas formadas em cursos livres, técnicos, de graduação ou pós-graduação na área de moda.

Vamos aumentar esta corrente de pessoas pensando e transmitindo saberes em prol de um Vestir Consciente!

Inscreva-se e nos veremos lá!

Para obter informações sobre o regulamento e inscrições, o candidato poderá contatar a organização do evento pelo telefone (11) 3386-5642, pelo site da entidade (www.sesisp.org.br) ou por e-mail: cptccatumbi@sesisp.org.br.

Para acessar formulários para inscrição acesse:

Moda em prol do fim dos ataques de ácido

O fotógrafo Rahul Saharan é responsável pelo projeto Stop Acid Attacks, contra a violência dos ataques com ácidos à mulheres, comuns no Oriente Médio e no sul da Ásia. Os ataques são atos de violência doméstica na maior parte das vezes por ciumes ou vingança.

As fotos do ensaio tentam dar poder às vítimas desses ataques, fazer com que elas se sintam confortáveis com suas peles, mesmo após as deformações e também chamar a atenção para essa questão. Para realizar o ensaio, o fotógrafo escolheu cinco vítimas de ataques com ácidos: Rupa, Ritu, Lakshmi, Chanchal e Sonal.

” A moda tem o poder de educar e incitar reflexões através do encantamento que gera” Ecotece  

Pesquisas dapontam que somente na Índia 1.500 mulheres são desfiguradas anualmente com ataques com ácido.

Com medo de represálias, muitas vítimas desse tipo de ataque sequer registram queixas após a violência. O maior impacto é a condenação que este ataque faz à grande maioria de suas vítimas: uma vida de sofrimentos e reclusão. Por ficarem gravemente deformados, muitos se excluem completamente do convívio em sociedade e jamais retomam suas vidas, ficam extremamente abalados psicologicamente e demoram anos para se recuperar, quando o fazem.

Quando criança, Rupa sonhava ser estilista, desejo adiado por conta do ataque feito enquanto dormia por quatro homens a pedido de sua madrasta. Felizmente Rupa encheu-se de coragem e encarando sua realidade de frente, tem mostrado ao mundo que é possível dar a volta cima e encontrar a beleza que havia se perdido. Para o ensaio realizado por Rahul, ela mostra que conseguiu vencer seus desafios criando a sua própria marca de roupas, Chhanv Boutique.

“Eu sempre quis ser uma estilista, mas depois do ataque minha vida ficou estagnada. Eu era tão insegura e envergonhada de minhas cicatrizes que cobria meu rosto com um lenço. Eu nunca desisti do meu sonho, mas eu não imaginava que um dia seria possível eu lançar a minha própria marca.” Disse Rupa em reportagem ao DailyMail.

Lakshmi, outra modelo do ensaio, ficou conhecida mundialmente por recolher 27 mil assinaturas em abaixo-assinado para regular a distribuição de ácido na Índia. Por conta de sua coragem, foi condecorada com o prêmio International Women of Courage, dos EUA, que reconhece mulheres que lutam contra a violência pelo mundo.

Para o fotógrafo, o fato dessas mulheres assumirem seus rostos em um ensaio já é o suficiente para que elas chamem a atenção do mundo para esta questão.

Fontes: DayliMail, Yahoo Notícias, Razões Para Acreditar.

Leia Mais:
http://www.acidviolence.org/
https://www.bitgiving.com/project/index/id/BIT102 

Repetir Roupas = Vestir Consciente

A chanceler alemã, Angela Merkel, uma das mulheres mais poderosas do mundo e líder da maior economia da Europa, repete roupa há 18 anos.

Angela Merkel em 1996, 2002 e 2014 (Reprodução/Twitter/VEJA)

Merkel cumpre à risca a sua defesa à austeridade. A principal defensora da política de cortar gastos para recolocar a economia europeia nos trilhos, foi flagrada pela imprensa alemã repetindo a mesma roupa – uma bela túnica colorida – em diferentes oportunidades. O curioso é que Merkel fez isso ao longo de 18 anos. “Nossa chanceler mantém-se fiel a si mesma”, estampou a manchete do jornal popular alemão Bild, o diário mais lido do país. Abaixo do título, uma montagem de fotos mostra Merkel trajando a mesma roupa em 1996, 2002 e recentemente, em 2014.

De acordo com o jornal, a mulher mais poderosa do mundo – segundo ranking da revista Forbes – aparece frequentemente repetindo seu visual, pois “a chanceler compra suas próprias roupas sozinha, ao contrário de muitas outras celebridades, que emprestam itens de estilistas e designers”. Por não ter muito tempo livre em sua agenda, Angela Merkel acaba tendo de se virar com o que dispõe em seu guarda-roupa.

Comentando a roupa repetida de Merkel, a revista on-line americana Slate afirma que “seria difícil encontrar um melhor exemplo do pragmatismo alemão do que a túnica de Merkel, que agora tem idade suficiente para comprar sua própria cerveja”. O texto prossegue afirmando que “as roupas alemãs, assim como seus automóveis e sua chanceler, são resistentes”.

Fonte: Matéria retirada de sessão internacional da Veja on-line.

Curso de Renda Renascença – 30 e 31 de Agosto

 

Descrição:

Através do curso o aluno estará apto a desenvolver os principais pontos de Renda Renascença e a combina-los entre si para a formação de trabalhos mais elaborados.

Renda Renascença é uma técnica artesanal que teve sua origem na Ilha de Burano em Veneza, Itália no século XVI e é difundida em algumas regiões do Nordeste brasileiro.

Confeccionada com agulha, linha e lacê de algodão. Em uma primeira etapa o desenho que será bordado é feito em papel e preso a uma almofada base. O lacê é então fixado e entremeado pelos diferentes pontos da renda.

RESGATAR TÉCNICAS ARTESANAIS = VESTIR CONSCIENTE

Professora: Thaís Guerra
Autodidata, começou a bordar para presentear amigos e familiares, buscando referencias em diversas fontes literárias e participando de capacitações com bordadeiras profissionais do ateliê de Madame Rosita. Realizou também pesquisas de campo com rendeiras de Maceió – AL e Poção – PE, berço da renda renascença brasileira.

Investimento:

R$310,00 – Valor promocional para os 4 primeiros inscritos ( Vagas Promocionais esgotadas)
R$ 360,00 – Demais inscritos
Material Incluso
Vagas super limitadas!!

Público-alvo:
Interessados no geral a partir de 15 anos.

Carga Horária:
10 horas

Local:
Rua Itápolis, 1893 – Pacaembu
(próximo ao metro Clínicas e Paulista)

Horário:
dias 30 e 31 de agosto de 2014
sábado e domingo
9h as 14h

Inscrições:
O pagamento poderá ser feito através de  (verificar disponibilidade de vagas antes):

Depósito bancário em parcela única; ou
Parcelamento em até duas vezes, sendo a primeira parcela feita através de depósito bancário e a segunda no primeiro dia de aula através de cartão de débito ou cheque.

Dados da conta:

Instituto Ecotece
CNPJ: 07.715.638/0001-58
Banco Santander
Ag. 2104
C.C 13000696-6

Após o pagamento envie um email para lia@ecotece.org.br com o comprovante e com os dados abaixo:

Nome:
RG:
CPF:
Data de nascimento:
Telefones:
Endereço:
E-mail:
Profissão:
Empresa:
Cargo:
Como soube do curso:
Dúvidas:
lia@ecotece.org.br

(11) 4106-6300

Política do Curso:
– Cancelamento da inscrição no curso até 15 (quinze) dias antes do início, será devolvido o valor integral pago.
– Cancelamento da inscrição no curso entre 14 (quatorze) dias até 72 (setenta e duas) horas antes do início, haverá devolução de 50% do valor pago ou o participante poderá indicar outra pessoa para participar do curso, que gozará do valor pago.
– Cancelamento da inscrição no curso a partir de 48 (quarenta e oito) horas antes do início, não será restituído nenhum valor do curso, contudo poderá ser indicada outra pessoa para realizar o curso na vaga inscrita.
– Os cancelamentos e transferência de vagas deverão ser comunicados através do e-mail lia@ecotece.org.br
– O Instituto Ecotece reserva-se no direito de: caso não ser atingida número mínimo de inscrições, cancelar a realização do curso. Caso esta situação ocorra haverá devolução integral do valor pago da mesma forma em que foi recebido ou ainda existirá a possibilidade do interessado manter um crédito para realizar o curso em nova data.
– Todos os alunos com frequência mínima de 75% (setenta e cinco) por cento do total das aulas ministradas, receberão Certificado de Conclusão de Curso.
– O aluno, ou o responsável legal deste, atesta estar ciente de todos os termos da política do curso.

Ecotece integra Portfólio Nesst

É com muita felicidade que compartilhamos mais uma vitória em prol da moda sustentável no Brasil..

O Ecotece foi selecionado no IV Concurso de Negócios Sociais e agora faz parte do portfolio da NESsT Brasil, organização que desenvolve empresas sustentáveis que resolvem problemas sociais críticos nas economias de mercado emergente.

O apoio visa o desenvolvimento de nosso negocio social, ligado a produção e comercialização de camisetas e acessórios produzidos com materiais ambientalmente responsáveis e feitos por grupos produtivos localizados em comunidades marginalizadas, utilizando conceitos do comércio justo para promover o Vestir Consciente. 

O apoio da Nesst será de extrema importância para expansão dos negócios, promovendo capacitação e geração de renda para grupos produtivos em comunidades carentes e para a divulgação dos conceitos e caminhos da moda sustentável.

No total, a NESsT recebeu 121 inscrições de 18 estados e 51 municípios brasileiros. Outras empresas que também foram premiadas são: Beeconomics, Bem Pescado, Bio Fair Trade, Fundação Dorina e Você Aprende.

Juntos podemos tecer um mundo melhor 😉

+ infos: http://www.nesst.org/?portfolio=instituto-ecotece

Comunidade Ecofashion

Neste sábado dia 7/06 venha participar do Desfile das peças finais do Projeto Comunidade Ecofashion.

Em parceria com a Braskem o Ecotece levou à crianças e jovens do ABC oficinas de criatividade e construção de roupas através de resíduos.

A proposta visa utilizar a moda e seu poder de encantamento como veículo para educação e conscientização ambiental dos participantes e do público que assistirá ao desfile, despertando o repensar da posição como consumidor e também a relação com o lixo e a reciclagem.

O evento é gratuito, esperamos vocês.

Juntos podemos tecer um mundo melhor!

Ecotece+My Basic

O Projeto Ecotece + visa estabelecer parcerias com empresas consolidadas no mercado da moda para o desenvolvimento de coleções exclusivas com ativos socioambientais.

A parceria Ecotece + My Basic transformou os retalhos da marca em acessórios que foram utilizadas em seu desfile no evento Ecoera.

Os colares, cintos e pulseiras foram confeccionados pelos projetos sociais da rede Ecotece e beneficiaram mulheres do Projeto Retece de Santo André e do Projeto Colcha de Retalhos do Jardim Ângela.

Colar Dread – Ecotece+ My Basic+ Retece

A parceria entre o 2º , o 3º setor e os projetos sociais é o estabelecimento de um novo modelo de negócio sustentável que trabalha para o estabelecimento de um sociedade plural.

Cinto Dread – Ecotece+ My Basic+ Retece


Benefícios:
 – Desenvolvimento de produtos exclusivos
– Utilização de matérias primas ecológicas
– Geração de renda para projetos sociais
– Desenvolvimento local
– Educação socioambiental para produtores e consumidores

Cinto Dread – Ecotece+ My Basic+ Colcha de Retalhos

Acessórios que geram renda e comunicam valores éticos! 

Guia Moda e Cidadania por um Mundo Melhor 2014

O Ecotece em parceria com a Pernambucanas, desenvolve anualmente o Guia Moda e Cidadania por um mundo Melhor, uma publicação exclusiva que aborda temas ligados ao Vestir Consciente.

Você encontrará dicas de como deixar seu guarda-roupas mais sustentável de forma prática, divertida e viável. São passos para um look com estilo e criatividade e dicas para cuidar e preservar suas roupas. Iremos também viajar no tempo imaginando como será o futuro da moda e aprender a bordar uma camiseta com patês feitos de garrafa PET.

A publicação é distribuída na rede de lojas Pernambucanas durante a Campanha do Agasalho que vai até dia 30/6/2014.

Em 2013, a Campanha do Agasalho Pernambucanas arrecadou 412.146 peças. As peças recebidas nas áreas administrativas e Centros de Distribuição Pernambucanas serão direcionadas diretamente ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo-FUSSESP e as arrecadações nas lojas serão entregues às instituições sociais do entorno em nome da Pernambucanas e do FUSSESP.


Leve suas roupas novas ou usadas a qualquer Pernambucanas, ganhe seu guia e auxilie a deixar o inverno mais quentinho!!

Ecotece+Pernambucanas+Você por um Mundo Melhor!

Bazar das Artesãs da Linha Nove

Entre os dias 5 e 10 de maio um dos projetos parceiros do Ecotece realizará um bazar para mostrar e comercializar seus produtos.

Vá conhecê-las e adiante o presente para o dia das mães!