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Concurso de estampas – SOS Mata Atlântica
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Tagged concurso, estampas, sos mata atlântica
Ecotece na Tv Cultura
Repórter Eco entrevista a presidente do Ecotece e estilista Lia Spínola que fala de Moda Sustentável, Vestir Consciente, troca de roupas entre amigas e do projeto social Retece em Santo André.
Matéria completa e video no link: http://www2.tvcultura.com.br/reportereco/materia.asp?materiaid=1415
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Programa de Qualificação visa eliminar trabalho escravo na cadeia têxtil

Os associados da ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil) estão comprometidos com o grave problema de uso de mão de obra ilegal na cadeia têxtil. Esta preocupação teve início alguns anos atrás e culminou com o desenvolvimento e lançamento do Programa de Qualificação de Fornecedores para o Varejo, que tem como objetivo qualificar os fornecedores e subcontratados de confecções em relação às boas práticas de responsabilidade social e de relações de trabalho.
O programa está em vigor e aberto não apenas aos atuais associados da ABVTEX como a todas as empresas de varejo têxtil do Brasil que quiserem aderir voluntariamente a esta grande mobilização de qualificação de fornecedores e subcontratados da cadeia têxtil. O primeiro passo para a empresa integrar o programa é associar-se à ABVTEX.
Atualmente os signatários do programa são a C&A, Grupo Pão de Açúcar, Leader, Marisa, Pernambucanas, Renner, Riachuelo e Walmart. A partir da qualificação, os varejistas e seus consumidores terão garantias sobre a procedência dos produtos e da forma como eles foram produzidos – sem o uso de mão-de-obra estrangeira irregular ou trabalho infantil, entre outros aspectos. Em meados de setembro, a ABVTEX divulgará o primeiro balanço da iniciativa.
A qualificação setorial, por meio de uma entidade que reúne as principais redes de varejo têxtil do País, tem um efeito multiplicador em todo o varejo de moda e de confecções nacional. O Brasil é o sexto maior produtor têxtil do mundo e esta posição faz do setor um poderoso exemplo para que outras cadeias produtivas possam repensar atitudes e comportamentos de produção e consumo.
Para ser qualificada, a confecção e seus subcontratados precisam passar por auditorias realizadas por organismos qualificadores renomados como a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), Bureau Veritas, Intertek e SGS, quatro das maiores empresas do País, com larga experiência no monitoramento de cadeias produtivas, incluindo a têxtil.
A existência de trabalho infantil, trabalho forçado ou análogo ao escravo, ou trabalho estrangeiro irregular excluem os fornecedores e subcontratados da Qualificação. Uma vez sanados os problemas, eles podem solicitar uma nova auditoria para buscar a Qualificação, após seis meses.
O prazo final para a obtenção da Qualificação, válida por dois anos, é 31 de dezembro de 2012 para o Estado de São Paulo; e 31 de dezembro de 2013 para os demais Estados. Após o prazo, os varejistas signatários do Programa somente vão aceitar os fornecedores e subcontratados qualificados pelo Programa.
+ infos: www.abvtex.org.br/programaquali
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Tagged abvtex, controle de produção, legilação, trabalho escravo
Greenpeace encontra tóxicos em roupas de grandes marcas

Durante recente investigação, o Greenpece identificou várias grandes marcas de roupa internacionais, incluindo as gigantes esportivas, Adidas e Nike que liberam produtos químicos tóxicos nas águas próximas a suas fábricas na China. Estes produtos químicos são uma séria ameaça para a saúde humana e o meio ambiente.
Segundo comunicado da organização ambiental, a pesquisa, que é parte da campanha do Greenpeace contra as más práticas na fabricação têxtil, encontrou em dois terços dos 78 produtos estudados em lojas de 18 países a substância nonilfenol etoxilado (NPE), proibida na União Europeia (UE) e com fortes restrições na China. Os produtos achados com NPE foram fabricados e comercializados por 14 marcas de destaque no setor, como Li Ning, H&M e Abercrombie & Fitch, ressaltou o Greenpeace
O estudo confirma os resultados de uma pesquisa anterior apresentada em julho, onde foram encontrados vestígios de nonilfenol e PFC (outra substância proibida na UE) em águas residuais junto a duas fábricas chinesas que suprem muitas multinacionais do setor têxtil. Segundo a ONG, “o uso e vazamento de químicos perigosos é um problema muito difundido e onipresente”. “Já não é só um problema para os países em desenvolvimento onde a roupa é fabricada, dado que se liberam níveis residuais de NPE quando lavada, o problema se estendeu aos países onde seu uso é proibido”, ressaltou Li Yifang, chefe de campanha do Greenpeace China. De acordo com ele, os NPE “alteram o desenvolvimento sexual e afetam o sistema reprodutivo”, por isso, mesmo em baixas concentrações, “representam uma grande ameaça para o meio ambiente e à saúde humana”.
Altos níveis de certos produtos químicos perigosos são encontrados até em ursos polares! O problema não é apenas um motivo de preocupação local. Este é um problema global e exige uma resposta global.
O Greenpeace realiza nesses meses uma campanha mundial chamada Detox, contra o uso de materiais tóxicos por parte das grandes multinacionais do setor têxtil, com atos de protesto que incluíram um “striptease mundial” em 14 países e um abaixo assinado que pode ser preenchido via site clicando AQUI
+ infos: http://www.greenpeace.org/international/en/campaigns/toxics/water/detox/
Trabalho escravo em oficinas de costura – A Liga
O Programa “A Liga” da Bandeirantes mostra o serviço de inteligência do Ministério do Trabalho que detectou bolivianos em condições semelhantes a de escravos na produção de roupas.
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Mão de obra escrava na cadeia produtiva da Zara
São Paulo (SP) – Nem uma, nem duas. Por três vezes, equipes de fiscalização trabalhista flagraram trabalhadores estrangeiros submetidos a condições análogas à escravidão produzindo peças de roupa da badalada marca internacional Zara, do grupo espanhol Inditex.
Na mais recente operação que vasculhou subcontratadas de uma das principais “fornecedoras” da rede, 15 pessoas, incluindo uma adolescente de apenas 14 anos, foram libertadas de escravidão contemporânea de duas oficinas – uma localizada no Centro da capital paulista e outra na Zona Norte.
A investigação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) – que culminou na inspeção realizada no final de junho - se iniciou a partir de uma outra fiscalização realizada em Americana (SP), no interior, ainda em maio. Na ocasião, 52 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes; parte do grupo costurava calças da Zara.
“Por se tratar de uma grande marca, que está no mundo todo, a ação se torna exemplar e educativa para todo o setor”, coloca Giuliana Cassiano Orlandi, auditora fiscal que participou de todas as etapas da fiscalização. Foi a maior operação do Programa de Erradicação do Trabalho Escravo Urbano da SRTE/SP, desde que começou os trabalhos de rastreamento de cadeias produtivas a partir da criação do Pacto Contra a Precarização e Pelo Emprego e Trabalho Decentes em São Paulo – Cadeia Produtiva das Confecções.

A ação, complementa Giuliana, serve também para mostrar a proximidade da escravidão com pessoas comuns, por meio dos hábitos de consumo. “Mesmo um produto de qualidade, comprado no shopping center, pode ter sido feito por trabalhadores vítimas de trabalho escravo”.
O quadro encontrado pelos agentes do poder público, incluía contratações completamente ilegais, trabalho infantil, condições degradantes, jornadas exaustivas de até 16h diárias e cerceamento de liberdade (seja pela cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários, o truck system, seja pela proibição de deixar o local de trabalho sem prévia autorização). Apesar do clima de medo entre as vítimas, um dos trabalhadores explorados confirmou que só conseguia sair da casa com a autorização do dono da oficina, só concedida em casos urgentes, como quando levou seu filho ao médico.
Quem vê as blusas de tecidos finos e as calças da estação nas vitrines das lojas não imagina que, algumas delas, foram feitas em ambientes apertados, sem ventilação, sujos, com crianças circulando entre as máquinas de costura e a fiação elétrica toda exposta. Principalmente porque as peças custam caro. Por fora, as oficinas parecem residências, mas todas têm em comum as poucas janelas sempre fechadas e com tecidos escuros para impedir a visão do que acontece do lado de dentro das oficinas improvisadas.
As vítimas libertadas pela fiscalização foram aliciadas na Bolívia e no Peru. Em busca de melhores condições de vida, deixam os seus países em busca do “sonho brasileiro”. Quando chegam aqui, geralmente têm que trabalhar inicialmente por meses, em longas jornadas, apenas para quitar os valores referentes ao custo de transporte para o Brasil. Durante a operação, auditores fiscais apreenderam dois cadernos com anotações de dívidas referentes à “passagem” e a “documentos”, além de “vales” que faziam com que o empregado aumentasse ainda mais a sua dívida. Os cadernos mostram alguns dos salários recebidos pelos empregados: de R$ 274 a R$ 460, bem menos que o salário mínimo vigente no país, que é de R$ 545.
As oficinas de costura inspecionadas não respeitavam nenhuma norma referente à Saúde e Segurança do Trabalho. Além da sujeira, os trabalhadores conviviam com o perigo iminente de incêndio, que poderia tomar grandes proporções devido a quantidade de tecidos espalhados pelo chão e à ausência de janelas, além da falta de extintores de incêndio.
Para Giuliana, a superexploração dos empregados, que têm seus direitos laborais e previdenciários negados, tem o aumento das margens de lucro como motivação. “Com isso, há uma redução do preço dos produtos, caracterizando odumping social, uma vantagem econômica indevida no contexto da competição no mercado, uma concorrência desleal”.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lavrou 52 autos de infração contra a Zara devido as irregularidades nas duas oficinas.
Blusas, vestidos e calças
A primeira oficina vistoriada mantinha seis pessoas, incluindo uma adolescente de 14 anos, em condições de trabalho escravo. No momento da fiscalização, os empregados finalizavam blusas da Coleção Primavera-Verão da Zara. Para cada peça feita, o dono da oficina recebia R$ 7. Os costureiros declararam que recebiam, em média, R$ 2 por peça costurada. No dia seguinte à ação, 27 de junho, a reportagem foi até uma loja da Zara na Zona Oeste de São Paulo (SP), e encontrou uma blusa semelhante, fabricada originalmente na Espanha, sendo vendida por R$ 139.
Da outra oficina localizada em movimentada avenida do Centro, foram resgatadas nove pessoas que produziam uma blusa feminina e vestidos para a mesma coleção Primavera-Verão da Zara.
Em outra oficina, um grupo de trabalhadores costurava uma calça jeans da Coleção Primavera-Verão da Zara. Cada trabalhador fazia uma parte da peça e o valor de, em média, R$ 1,80, era dividido pelo grupo todo, composto por sete pessoas. O dono da oficina afirmou que trabalha há cinco anos com a intermediária Rhodes e que aproximadamente 70% da sua produção é destinada à empresa. A oficina é especializada em calças e bermudas. Uma funcionária da Rhodes costuma visitar e verificar as condições e o ritmo de produção da oficina.
A Zara foi avisada do flagrante no momento da ação pelos auditores fiscais e convidada a ir até a oficina de costura, mas não compareceu.
Fluxograma
A intermediária na contratação das duas oficinas em que houve libertações é a AHA Indústria e Comércio de Roupas Ltda. No período de abril a junho deste ano, a produção de peças para a Zara chegou a 91% do total. A SRTE/SP descobriu que há 33 oficinas sem constituição formal, com empregados sem registros e sem recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) contratadas pela AHA para a executar a atividade de costura.
Por meio de análises de documentos da empresa AHA, incluindo contábeis, a fiscalização verificou que, neste mesmo período, mais de 46 mil peças foram produzidas para a Zara sem nenhuma formalização.
Durante o período auditado pela fiscalização (julho de 2010 a maio deste ano), a AHA foi a fabricante da Zara que mais cresceu em faturamento e número de peças de roupas faturadas para a marca, a ponto, na descrição da SRTE/SP, de se tornar a maior fornecedora da Zara na área de tecidos planos. Entretanto, chamou a atenção dos agentes que, nesse mesmo período, a empresa diminuiu o número de empregados formalizados. Os contratados diretamente da AHA passaram de 100 funcionários para apenas 20. A redução do de trabalhadores na função de costureiros foi ainda mais drástica: dos anteriores 30 para cinco funcionários exercendo a função.
Os 52 autos de infração foram lavrados em nome da Zara. “A empresa tem responsabilidade por quem trabalha para ela. Esses trabalhadores estavam produzindo peças da Zara, e seguindo determinações da empresa”, coloca Giuliana. É a chamada responsabilização estrutural, completa Luís. “Essa é a atividade fim da empresa, a razão de sua existência. Portanto, é dever dela saber como suas peças estão sendo produzidas”.
Em resposta a questões sobre os ocorridos enviadas a Inditex – que é dona da Zara e de outras marcas de roupa com milhares de lojas espalhadas mundo afora – classificou o caso envolvendo a AHA e as oficinas subcontratadas como “terceirização não autorizada” que “violou seriamente” o Código de Conduta para Fabricantes.
Segundo a Inditex, o Código de Conduta determina que qualquer subcontratação deve ser autorizada por escrito pela Inditex. A assinatura do Código do Conduta é obrigatória para todos os fornecedores da companhia e foi assumido pelo fornecedor em questão (AHA/SIG).
A empresa disse ter agido para que o fornecedor responsável pela “terceirização não autorizada” pudesse “solucionar” a situação imediatamente, assumindo as compensações econômicas dos trabalhadores e comprometendo-se a corrigir as condições de trabalho da oficina flagrada com escravidão.
Haverá, segundo a Inditex, um reforço na revisão do sistema de produção da AHA, assim como das outras empresas no Brasil, para garantir que não exista outro caso como este. “Estamos trabalhando junto com o MTE para a erradicação total destas práticas que violam não só nosso rígido Código de Conduta, como também a legislação trabalhista brasileira e internacional”.
A maior parte dos produtos do grupo que comanda a Zara é feita na Europa. Metade é confeccionada em países como Espanha (onde a empresa mantém fábricas próprias) ou Portugal. Outros 14% são fabricados em outras nações europeias como Turquia e Itália. A produção no Brasil corresponde a algo inferior a 1% do total. Em 2010, 30 lojas da Zara já estavam em funcionamento no país. São cerca de 2 mil profissionais contratados diretamente.
“No que se refere à presença comercial, o Brasil é o terceiro mercado mais importante da Inditex no continente americano, ficando atrás somente dos Estados Unidos e do México”, colocou a empresa, que manifestou intenção de não abandonar a produção no país. “A Inditex prevê seguir crescendo no Brasil com a abertura de novas lojas a curto, médio e longo prazo”.
O que você pensa a respeito desse assunto?
Quem afinal são os responsáveis, as marca ou as empresas tercerizadas?
Como nós consumidores podemos contribuir para erradicar esse problema?
Por Bianca Pyl e Maurício Hashizume
Vídeo – A Liga – Bandeirantes
Leia a matéria na integra:
http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1925
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Tagged boliviaos, exploração, trabalho escravo, zara
Paraty Eco Fashion
O Paraty Eco Fashion foi um evento realizado no inicio do mês de agosto na pequena cidade do Rio de Janeiro, viabilizado pelo Instituto Colibri.
É muito bom poder ver iniciativas como essas sendo concretizadas com sucesso, pouco a pouca o Vestir Consciente vai tornando-se uma realidade brasileira, tecido fio a fio. Aguardamos ansiosos pelas próximas edições!
Segundo, Bernadete Passos e Carminha Santos, idealizadoras do evento, o Paraty Eco Fashion vinha tomando forma há quase dois anos. Primeiro foram às longas conversas sobre o sonho de realizar um evento sobre moda; depois, o diferencial da sustentabilidade pela via da educação; na sequência, o arregaçar as mangas: pesquisa para valer e muito trabalho, com a constatação de que estava na hora de fazer o sonho acontecer.
Assim, em março de 2011 alunos de moda de todo país se inscreveram para participar do projeto. Um ponto imprescindível foi a inclusão das comunidades tradicionais, onde cada equipe escolheu o seu foco de estudo trabalhando e promovendo interação com comunidades, troca de conhecimentos voltada para o artesanato de cada região e pesquisas de materiais sustentáveis viáveis para produção de moda. Além de artesãos de todo país, comunidades de Paraty estiveram envolvidas no projeto: a comunidade caiçara, com seus bordados; a comunidade indígena guarani, com seus trançados; e a quilombola, com seu colorido e suas cestarias. 
Participam do evento 18 equipes de cinco Estados brasileiros, todas de excelente qualidade e afinadas em suas propostas de uma produção inovadora. São elas: Alecrim/Amanda Mol, Ana Carolina da Mata Araújo, Anjo da Moda, Grife Criolê, Oficina Callicore, UFRJmar Paraty, Impacto!, Libertas, Lírio Lê, Michelle Ramos Victório, Nêga, Produtos em Rede, Ecomoda Udesc, Equipe Reciclada, Rumaos Atelier, Trama Feminina, Tramas Sustentáveis e Mulheres de Fibra/Patrícia Moura.
Uma das principais propostas do Paraty Eco Fashion foi a integração entre estudantes de design e comunidades tradicionais. O trabalho originado por este intercâmbio foi apresentado através de desfiles e da exposição “Novo Olhar”, onde foi possível conferir durante o evento o que os novos talentos e comunidades locais propõem em sua moda eco friendly e sustentável. A exposição na Tenda Eco Fashion foi a prova mais concreta do quanto essa chamada economia criativa é capaz de produzir com capricho, beleza e qualidade.
Por: Juliana Foz
+ infos:
http://paratyecofashion.com.br/
Costurando Histórias
Quer ler um tapete? Escutar um livro? Brincar com uma história? Cantar um conto e aumentar um ponto? Assim é o Costurando Histórias, um coletivo de artistas que transforma livros em tapetes. Nas apresentações, música, palavra, teatro, literatura e artesanato se unem para encantar, instigar e acalentar nossos corações e mentes.
O Costurando Histórias é um coletivo de artistas idealizado e coordenado pela atriz Daniela Fossaluza. O projeto reúne profissionais provenientes de diferentes áreas, formando uma equipe que leva conhecimento e ludicidade às crianças e jovens de toda parte. Com os tapetes confeccionados a partir das sugestões de lendas e contos de vários lugares do mundo, visitam praças, escolas, bibliotecas, hospitais, teatros e eventos. Entre as atividades desenvolvidas estão: sessões de contação de hitórias, espetáculos e exposições interativas, oficinas de artes para crianças e capacitação de profissionais e interessados nessa técnica especial de narrar. Esta é uma manifestação artística, plástica, musical e teatral bem particular.
Os 50 tapetes que fazem parte do acervo do Costurando Histórias inspirados em obras de importantes autores, como Ruth Rocha, Leonardo Boff, Guimarães Rosa, Cecília Meireles e Fábio Sombra. Os tapetes de retalhos contam fábulas, lendas, parlendas e contos populares. É um meio lúdico e tátil que facilita a aproximação das crianças com a literatura. Depois de ouvir as narrações, através da manipulação dos personagens, elas podem reviver e recriar os enredos, traçar tramas, “entrar” nos cenários e dramatizar contextos e personagens.
EXPOSIÇÃO INTERATIVA DE TAPETES TRIDIMENSIONAIS
Centro Cultural Justiça Federal – CCJF – Rio de Janeiro
Av. Rio Branco 241, Centro – Tel. 3261-2550
11 de agosto a 11 de setembro de 2011
Terça a domingo, das 12h às 19h
Sábados e domingos: contação de tapetes de histórias, às 15h e às 17h, distribuição de senhas uma hora antes das sessões
Grátis
+ infos:
http://www.costurandohistorias.com
http://www.ccjf.trf2.gov.br/prog/prog.htm
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Tagged histórias, retalhos, Rio de Janeiro, tapetes
Moda e sustentabilidade em rede
O Ecotece apareceu na matéria “Moda e sustentablilidade em rede” do site da Marie Claire.
A matéria apresenta além do Ecotece, o The Hub (http://saopaulo.the-hub.net) um escritório compartilhado que o Ecotece dispõe de horas para trabalho; a marca Bela Grafô (http://belagrafo.com.br/v1/) com peças feitas de algodão orgânico, garrafa pet e bambu; e a grife Muda, criada no início de 2011.
Veja a matéria completa no link: http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI252960-17631,00.html




